quarta-feira, 28 de março de 2012

ATIVIDADE DO CURSO INTRODUÇÃO Á EDUCAÇÃO DIGITAL

Olá pessoal,


Estou postando algumas atividades do curso Introdução à Educação Digital. Um curso que nos possibilitou conhecer um pouco mais esse universo maravilhoso das novas tecnologias.

Crianças são crianças, mas o  mundo atual torna cada vez mais prematura a idade adulta. Por isso, a preocupação de pais e professores em preservar a infância de filhos e alunos. Nessa tentativa,o conteúdo sem censura da internet pode parecer  a muitos uma ameaça à inocência e à segurança da garotada.  Há na internet todo tipo de  informação de cunho reprovável como a violência, pornografia, apologia ao racismo. Mas a rede também reúne grande parcela do conhecimento humano, com acesso livre e democrático. E como todo meio de comunicação,sua utilização demanda cautela e capacidade analítica do espectador em relação ao conteúdo.

2. a) Nem sempre os pais se põem a par dos conteúdos que os filhos acessam com tanta facilidade em sites da internet, o que pode provocar uma série de consequências negativas na formação da criança, como a exposição de sua vida pessoal e o acesso a uma série de conteúdos impróprios a sua idade.

· Qual a melhor maneira dos pais controlarem o acesso dos filhos aos conteúdos impróprios veiculados à rede?
· As redes sociais têm se tornado “febre” entre crianças e adolescentes. Como vocês acham que essas redes podem ser usadas por eles como ferramentas educacionais?
· Como a internet pode ser usada a serviço do ensino-aprendizagem, de forma a promover uma reflexão crítica sobre a realidade do aluno?


b)·Criação de blogs que permitam aos alunos postarem as     atividades de leitura e produção textual para que todos tenham acesso às informações debatidas e produzidas em sala de aula.
 ·Produção de vídeos que permitam trabalhar um determinado conteúdo visto em sala proporcionando aos alunos uma aula mais dinâmica com a utilização dos recursos audiovisuais.
  · Slides que, entre outras coisas, podem ser usados para tornar as apresentações de seminários mais atraentes.


3.
Unidade 01:
Tecnologias no
cotidiano –
desafios à
inclusão digital
Unidade 02:
Navegação, pesquisa
na Internet e
segurança na rede
Unidade 03:
Blogs
educativos – o
quê, para quê e
como

Unidade 04:
Elaboração,
edição e
formatação de
texto
Unidade 06:
Cooperação
pressupõe
diálogo( uso do email,
batepapo
e
grupo de
discussão
Observações que
queira
acrescentar:


Discussão sobre políticas públicas voltadas à inclusão digita.

Certificação de sítios
Compartilhamento de informações
Funções do editor de texto
Usos do correio eletrônico




Uso de recursos de multimídia

Sítios de busca
Incentivo à análise e interpretação de imagens e vídeos
Arranjo estético do texto
As visões múltiplas das salas de bate papo



Introdução às ferramentas do linux


Interatividade
Fomento à leitura e escrita
Formato do texto
A revolução das redes sociais






domingo, 25 de março de 2012

ATIVIDADE DE REDAÇÃO PARA AS TURMAS 2M7 E 2M8 DO COLÉGIO MODELO

Olá ! Sejam bem vindos! 

Essa é mais uma das nossas atividades de Redação. Gostaria que vocês lessem os textos abaixo e escolhessem um deles para fazer um comentário que deve ser feito em sala de aula e depois postado  aqui neste blog.  Vocês podem deixar os comentários nos locais específicos abaixo dos textos. Não se esqueçam de se identificarem corretamente, colocando o nome completo de vocês e também o nome da turma.


CRÔNICA I: Os bastidores da crônica


     Uma sociedade plural é muito melhor do que uma sociedade em que todos pensam igual. Sem divergências, nada evolui – nem o pensamento, nem o país.
     Quem escreve em jornal sente na pele essa dinâmica de opiniões conflitantes. São tantos os leitores, das mais diversas origens e crenças, que fica absolutamente impossível almejar uma unanimidade, só em santa ingenuidade. Você fala em sexo e desejo, o outro salta condenando o hedonismo. Você clama por mais charme na vida, o outro salta condenando o elitismo. Quem tem razão? Cada um tem a sua, e que se atreva alguém a dizer quem está certo ou errado. Há tantas verdades quanto seres humanos na terra.
     O Brasil, em especial, é dos países menos coesos. Deste tamanhão e com esta desigualdade social que tanto nos choca, é como se obrigasse vários planetas a conviverem no mesmo território. E obriga. E rimo: não sei como não sai mais briga.
     Uns elogiam Dois Filhos de Francisco, outros apontam a rendição do cinema nacional, que não arrisca nada fora do padrão global. Uns elogiam os shows internacionais, outros questionam: por que não se dá mais espaço pro regional? Você fala de amor eterno, é piegas. Você fala em sedução e liberdade, é a filha preferida do demônio.
     Alguns você comove, outros revolvem o estômago. Se cita um caso que aconteceu com você, é porque está focada no próprio umbigo. Se cita um caso que aconteceu com alguém, não tem originalidade suficiente. Se inventa um caso que não aconteceu mas 
poderia, está fazendo ficção onde não devia.
            Falou em Nova York, é metida. Falou em Ibiraquera, metida made in Brasil. Colocou palavras em inglês no texto? Nenhum problema, pensam uns; paredón, pedem outros, que palavra em espanhol pode.
   Falou bem do PT? Rendida, vendida, mal-intencionada. Falou mal do PT? Rendida, vendida, mal-intencionada. Não falou de política? Alienada.
            Usa uma palavra antiga, entrega a idade. Usa uma palavra nova, está inventando moda. Que palavra está em voga? 
             Voga????? O mesmo texto tudo provoca: uns te amam, outros te toleram e alguns não perdem a chance de te esculachar. Como te leem os que te odeiam.
     Você toca profundamente o coração de uma senhora e com o mesmo texto enoja um estudante. Uma professora te agradece a contribuição em sala de aula, outra proíbe que os alunos te convoquem. Você defende as minorias e alguns vibram com a referência, outros têm certeza que é deboche. E nem ouse citar Deus em suas crônicas, apenas em suas preces.
   É uma aventura a cada linha, uma salada mista a cada ponto de vista. Franco-atiradores a serviço da reflexão, todos nós, os daí e os de cá, sabemos um pouco de tudo e muito do nada, e salve o bom humor diante desta anarquia, já que de algum jeito há que se ganhar a vida. 

( Originalmente publicada em MEDEIROS, Marta. Doidas e


 Santas. L&PM EDITORES, Porto Alegre, 2009, p 39)

CRÔNICA II: A leitura é base do assunto e do estilo

     Está na leitura a base do bem pensar, falar e escrever. Em todos os tempos e lugares, inclusive nos tempos e lugares da Informática, Internet e de outros tantos inventos que estão vindo e que haveremos de conhecer e usar, não há como a leitura para o domínio do que antes se disse. A leitura oferece, em mananciais inesgotáveis, os saberes e os estilos para o bem pensar, falar e escrever. O bom pensar, a boa fala e a boa escrita tiveram, têm e terão a base número um na leitura e não nesses modernos e ultramodernos meios de comunicação que existem e que existirão.
             Elvo Clemente, marista, doutor em Letras, professor na PUCRS e acadêmico em Porto Alegre, escreveu no Correio do Povo o artigo “Leitura: Redação...” Nesse artigo, escrito antes da Informática e da Internet, ou seja, no dia 31 de agosto de 1977, além de outros ensinos mais que duram até hoje, encontram-se estes: “A leitura é a chave das línguas falada e escrita. Tanta gente fica aí diante de outros sem saber o que dizer, pois não têm leitura! Aquilo que eles vêem na televisão ou nas histórias em quadrinhos, tudo é visual, superficial, não penetra no mundo interior. Não dá assunto para falar”. Não dá assunto, tripartindo esse falar, para pensar, falar e escrever.
              E no Caderno de Sábado do Correio do Povo do dia 6 de agosto de 1977, Mário Quintana escreveu dezenas de linhas cheias de ensinamentos duradouros. Dessas linhas, transcrevem-se estas: “Sim, havia aulas de leitura naquele tempo. E como a gente aprende a escrever lendo, da mesma forma que aprende a falar ouvindo, o resultado era que - quando necessário escrever um bilhete, uma carta - nós, os meninos, o fazíamos naturalmente, ao contrário de muito barbadão de hoje.” É ele, o poeta gaúcho, quem fala: a gente aprende a escrever lendo... O gerúndio lendo, uma vez partido em três, diz que a gente, lendo, aprende a bem pensar, falar e escrever.
            Professor de Lingüística e de Língua Portuguesa na URI de Santo Ângelo, Dálcio Malmann não se cansava de repetir nas aulas esta grande e imorredoura lição: Se a gente quiser aprender a falar, tem que falar, se quiser aprender a escrever, tem que escrever, se quiser aprender qualquer coisa, tem que fazer essa coisa. Não há outro jeito.”
            De fato, assim como se aprende a nadar nadando, a jogar jogando, a surfar surfando, a andar de motocicleta andando, a amar amando, a namorar namorando, a ler lendo, assim também se aprende a pensar pensando, a falar falando e a escrever escrevendo. Quanto mais se treina, isto é, quanto mais se nada, joga, surfa, anda, ama, namora e lê, tanto mais se aprende a nadar, jogar, surfar, andar, amar, namorar e ler. E quanto mais se pensa, se fala e se escreve, tanto mais se aprende a pensar, a falar e a escrever. Também aqui quantidade é qualidade.
   Pessoas que bem pensam sabem que o pensar, falar e escrever, mais ainda, que o bem pensar, falar e escrever têm base na leitura. É a leitura que dá o saber, a cultura, o assunto, o “café no bule”. E dá, também, ao mesmo tempo, o jeito melhor de dizer o saber, a cultura, o assunto, o “café no bule”, isto é, o estilo. Na leitura, pois, se adquire a ciência e a arte, o conteúdo e a forma, o assunto e o estilo, ou seja, as idéias e as maneiras de dizê-las pela fala e pela escrita.
            Pensar, falar e escrever bem é uma ciência e uma arte. Todos podem adquiri-las. Mas essa ciência e essa arte demandam disciplina, organização, esforço permanente e ininterrupto. Sólida e sempre atualizada bagagem cultural, bem como o domínio da ciência e da arte do bem pensar, falar e escrever, conquistam, junto com outros quesitos e valores humanos, os mais altos conceitos nas avaliações sociais e profissionais. Inclusive nas dos órgãos avaliadores, privados e oficiais. E são, também, verdadeiros cartões de visitas. Há farturas de livros nas bibliotecas municipais, escolares, universitárias. É nos livros que se encontram as inesgotáveis fontes de realidades e de sonhos que dão assuntos e jeitos para a sempre aperfeiçoável ciência e arte do bem pensar, falar e escrever.
             Isto posto, convém ainda dizer que a receita maior e melhor de se pensar bem tudo o que se pensa, de falar bem tudo o que fala e de escrever bem tudo o que se escreve é pensar bem tudo o que se pensa, falar bem tudo o que se fala e escrever bem tudo o que se escreve. É, no fundo, pensar e pensar, falar e falar, escrever e escrever, ler e ler. É, enfim, unir sempre, durante a vida toda, teoria e prática. O ensino dessa receita, até mesmo o didático-pedagógico, está na leitura. Pois a leitura dá, além de tudo mais, assunto e estilo.

Artur Hamerski

segunda-feira, 19 de março de 2012

Crônicas: a leitura do nosso dia a dia

Começamos os nossos trabalhos em sala de aula com a leitura de crônicas, um gênero que possibilita ampliar os nossos conhecimentos acerca de uma série de assuntos, pois nos leva a diversos caminhos trilhados pela emoção, criticidade, prazer, reflexão e interesse pela leitura.
E é com o intuito de nos adentrar nesse mundo de leitores críticos e reflexivos que realizamos um trabalho a partir da leitura da crônica “Os jornais” de Rubem Braga.
Após a leitura da crônica houve a discussão sobre o papel da mídia em nossa sociedade: o que é notícia e o que é apelação barata pra vender jornais. Após a proveitosa reflexão que fizemos sobre o tema, os alunos produziram suas próprias notícias que trago aqui para o nosso blog, é claro.


Os jornais
Rubem Braga



            Meu amigo lança fora, alegremente, o jornal que está lendo e diz: 
          - Chega! Houve um desastre de trem na França, um acidente de mina na Inglaterra, um surto de peste na Índia. Você acredita nisso que os jornais dizem? Será o mundo assim, uma bola confusa, onde acontecem unicamente desastres e desgraças? Não! Os jornais é que falsificam a imagem do mundo. Veja por exemplo aqui: em um subúrbio, um sapateiro matou a mulher que o traía. Eu não afirmo que isso seja mentira. Mas acontece que o jornal escolhe os fatos que noticia. O jornal quer fatos que sejam notícias, que tenha conteúdo jornalístico. Vejamos a história desse crime "Durante os três primeiros anos o casal viveu imensamente feliz..." Você sabia disso? O jornal nunca publica uma nota assim:
          "Anteontem, cerca de 21 horas, na rua Arlinda, no Méier, o sapateiro Augusto Ramos, de 28 anos, casado com a senhora Deolinda Brito Ramos, 23 anos de idade, aproveitou-se de um momento em que sua consorte erguia os braços para segurar uma lâmpada para abraçá-la alegremente, dando-lhe beijos na garganta e na face, culminando em um beijo na orelha esquerda. Em vista disso, a senhora em questão voltou-se para o seu marido, beijando-o longamente na boca e murmurando as seguintes palavras: "Meu amor", ao  que ele retorquiu: 
"Deolinda". 
             Na manhã seguinte Augusto Ramos foi visto saindo de sua residência às 7h45, isto é, dez minutos mais ttarde do que o habitual, pois se demorou, a pedido de sua esposa, para consertar a gaiola de um canário-da-terra de propriedade do casal". 
          A impressão que a gente tem, lendo os jornais - continuou meu amigo - é que "lar" é um local destinado principalmente, à pratica de "uxoricídio". E dos bares, nem se fala. 
          Imagine  isto: 
         "Ontem, às 22 horas, o indivíduo Ananias Fonseca, de 28 anos, pedreiro, residente na rua Chiquinha, sem número, no Encantado, entrou no bar  "Flor Mineira", rua Cruzeiro, 524, em companhia de seu colega Pedro Amância de Araújo, residente no mesmo endereço. Ambos entregaram-se a fartas libações alcoólicas e já se  dispunham a deixar o botequim quando apareceu Joca de tal, de residência ignorada, antigo conhecido dos dois pedreiros, e que também estava visivelmente alcoolizado.Dirigindo-se aos dois amigos, Joca manifestou desejo de sentar-se à sua mesa, no que foi atendido. Passou então a pedir rodadas de conhaque, sendo servido pelo empregado do botequim, Joaquim Nunes. Depois de várias rodadas, Joca declarou que pagaria toda a despesa. Ananias e Pedro protestaram, alegando que eles já estavam na mesa antes. Joca, entretanto insistiu, seguindo-se uma disputa entre  os três homens, que terminou com a intervenção do referido empregado, que aceitou a nota que Joca lhe estendia. No momento em que trouxe o troco, o garçom recebeu uma boa gorjeta, pelo que ficou contentíssimo, o mesmo acontecendo aos três amigos que se retiraram do bar alegremente, cantarolando sambas. Reina a maior paz no subúrbio Encantado, e a noite bastante fresca, tendo dona Maria, sogra do comerciante Adalberto Ferreira, residente à rua Benedito, 14, senhora que sempre foi muito friorenta, chegando a puxar o cobertor, tendo depois sonhado que seu netinho lhe oferecia um pedaço  de  goiabada". 
         E  meu  amigo: 
         - Se um repórter redigir essas duas notas e levá-las a um secretário de redação, será chamado de louco. Porque os jornais noticiaram tudo, tudo, menos, uma coisa tão banal de que ninguém se lembra: a vida...
                               BRAGA, Rubem. Para Gostar de Ler vol.5. São PPaulo: Ática, 2003.

Texto 01:

Urgente! Mirorós está secando.

É preocupante o estado da barragem de Mirorós, pois estamos em um período de seca e o nível do nível de água está cada vez mais baixo.
Nas regiões abastecidas pela barragem está havendo racionamento de água. Estima-se que a barragem secará este ano, 2012 e já percebe-se a escassez de água nessas regiões abastecidas pela barragem.
Acredita-se que este problema está acontecendo por causa das irrigações que consomem muita água, agravando assim esta situação.
A solução para este problema já foi lançado: Uma proposta foi dada pelo governo que é usar a água do Rio São Francisco para abastecer a barragem de Mirorós. Mas, enquanto eles pensam a barragem está secando e a situação está crítica.

Autores: Thierre, Páblio, Thales Araújo e Rafael da Turma 2M8  do Colégio Modelo.


quinta-feira, 1 de março de 2012

PROJETO LITERATURA VIVA - ANO - V COLÉGIO MODELO LUIS EDUARDO MAGALHÃES

Eis o nosso projeto de literatura realizado mais uma vez com muito empenho pelo alunos, pelos professores e demais equipe do colégio Modelo de Irecê. 


Apresentação do Projeto


Mostrar Literatura como um processo artístico prático, vivo e dinâmico; que faz parte do cotidiano de cada um de nós e que aproxima linguagens diferentes como literatura e teatro, ou a literatura e a música popular brasileira, literatura e as artes plásticas. Aproximar ainda mais a literatura do universo do aluno. Assim, com base em orientação do professor e em pesquisa em livros, discos ou internet, o aluno  perceberá a aplicabilidade da Literatura e socializará seu aprendizado a respeito da arte literária.